A história

Terceira Guerra Mitridática, 74-63 a.C.

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Terceira Guerra Mitridática, 74-63 a.C.

Introdução
Mitrídates se move para o oeste
Lúculo em Ponto
Lúculo na Armênia

Pompeu
Rescaldo

Introdução

A Terceira Guerra Mitridática de 74-62 a.C. foi o último de três confrontos entre Mitrídates VI do Ponto e a República Romana. Uma guerra que começou no oeste da Ásia Menor terminou com exércitos romanos em campanha na Armênia, a leste do Mar Negro e na Síria e viu o poder romano se estender a regiões completamente novas.

As ambições de Mitrídates na Ásia Menor foram responsáveis ​​pela eclosão da Primeira Guerra Mitridática (88-85 a.C.). A curta Segunda Guerra Mitridática (83-82 a.C.) foi em grande parte causada pelas ambições de Murena, então governador romano da Ásia, e logo ficou claro que uma terceira guerra era quase inevitável. A paz que encerrou a primeira guerra foi negociada por Sila, mas ele morreu em 78 a.C., removendo uma das poucas vozes pela paz. Até mesmo alguns de seus ex-aliados acreditavam que a paz de Dardano de 62 a.C. tinha sido generoso demais e, após a morte de Sila, o Senado se recusou a ratificar o tratado.

A data exata dos primeiros eventos da Terceira Guerra Mitridática tem sido motivo de algum debate, com muitas fontes atribuindo as primeiras batalhas da guerra a 74 a.C. Mais recentemente, a batalha de Calcedônia e o cerco de Cízico foram datados de 73 a.C. A principal evidência disso vem de Cícero, que coloca Lúculo em Roma em novembro de 74 a.C. Ele deve ter chegado à Ásia no início de 73 a.C. e estava planejando uma invasão de Ponto quando soube da derrota de Cota em Calcedônia.

Apiano, que é nossa principal fonte para a guerra, indiretamente apóia isso, embora não forneça datas firmes. Diz-se que Mitrídates passou "o resto do verão e todo o inverno" antes da eclosão da guerra construindo navios e levantando seu exército. Seu ataque à Bitínia ocorreu na primavera seguinte. O gatilho para a guerra é dado como a morte de Nicomedes IV de Ponto, que pode ser datada do final de 75 ou início de 74. Os preparativos de Mitrídates foram feitos no verão de 74 e no inverno de 74-73, e seu ataque ocorreu no primavera de 73 AC Isso também teria dado aos dois cônsules em 74 a.C., Cotta e Lúculo, tempo para chegar à Bitínia e à Ásia e começar seus próprios preparativos. Os preparativos bélicos de Mitrídates durante 74 a.C. também teria sido o motivo que faltava para a realocação das províncias do cônsul durante aquele ano.

Além de construir navios e aumentar seu exército, Mitrídates buscou a ajuda do governador renegado da Espanha, Sertório, que concordou em enviar um grupo de oficiais para treinar sua infantaria para lutar no estilo romano.

Na época da morte de Nicomedes, Lúculo já havia sido alocado na Gália Cisalpina como sua província para 74-73 a.C., mas no início de 74 a.C. logo após chegar à sua província, o novo procônsul da Cilícia morreu. Lúculo foi transferido para a Cilícia, e seu colega M. Aurelius Cotta recebeu a Bitínia. Mais tarde, naquele ano, Lúculo foi comissionado para lutar uma guerra, com base no fundamento um tanto duvidoso de que as guerras anteriores contra Mitrídates não haviam terminado oficialmente.

Mitrídates se move para o oeste

Se nossas datas estiverem corretas, então no início de 73 a.C. Mitrídates estava pronto para a invasão da Bitínia. Cota, com a frota romana (principalmente fornecida pelos aliados da República), seria seu oponente imediato. Lúculo, tendo deixado Roma no final de 74 a.C. ou no início de 73 a.C., estava perto do rio Sangarius, no norte da Frígia, preparando-se para sua própria invasão do Ponto.

Mitrídates formou outro vasto exército. Apiano dá a ele 140.000 infantaria e 16.000 cavalaria no início da guerra, para um total de 156.000 combatentes. Esses números são provavelmente exagerados, mas os romanos reconheceram-se em grande desvantagem numérica no início da guerra. Uma força igualmente grande de 'fabricantes de estradas, carregadores de bagagem e sutlers' acompanhou o exército, aparentemente dando a ele 300.000 homens para alimentar durante o cerco de Cyzicus. Este exército incluía tropas de todo o seu império e de seus aliados ao redor do Mar Negro. Entre eles deve ter sido a força de infantaria treinada no estilo romano por Marcus Varius.

Lúculo tinha cinco legiões. As duas legiões Fímbricas estavam na Ásia Menor desde a Primeira Guerra Mitridática, sendo lideradas por Flávio Fímbria, inimigo político de Sila, o general vitorioso daquela guerra. A má disciplina deles causaria mais tarde alguns problemas sérios a Lúculo. Outras duas legiões vieram da Cilícia, onde serviram nas campanhas de Servílio, e a legião final acompanhou Lúculo de Roma.

Na primavera de 73 a.C. Mitrídates invadiu a Bitínia e derrotou Cotta em uma batalha terrestre e marítima combinada em Calcedônia, no extremo sul da costa asiática do Bósforo. A frota de Cotta foi destruída, dando a Mitrídates o comando dos Propontis.

De Calcedônia, ele mudou-se para o oeste para sitiar Cizicus, então um importante porto na costa asiática do Propontis. A cidade foi construída no extremo sul da ilha de Arctonnesus, que na época do cerco estava ligada ao continente por uma única ponte. Mitrídates precisava capturar Cizicus para usar como base de suprimento para seu enorme exército, mas apesar de ter sofrido pesadas perdas em Calcedônia, os cidadãos resistiram até que Lúculo chegasse à área, tendo abandonado sua invasão de Ponto.

Lúculo percebeu que Mitrídates estava em uma posição vulnerável. A maior parte do exército de Pôntico estava na ilha, engajada no cerco, e Lúculo foi capaz de assumir uma posição forte no continente, de onde cortou as linhas de suprimento de Mitrídates. Apesar de uma série de tentativas desesperadas de capturar a cidade, Cízico resistiu e, à medida que o inverno se aproximava, Mitrídates foi forçado a mandar suas tropas embora.

Foi então que Lúculo atacou. Seu primeiro sucesso veio quando Mitrídates tentou enviar sua cavalaria e infantaria ferida para o leste, na Bitínia. Lúculo os pegou no rio Rhyndacis, e dizem que capturou 15.000 homens e 6.000 cavalos. Mitrídates então decidiu abandonar completamente o cerco. Enquanto ele escapava por mar, sua infantaria foi enviada para o oeste ao longo da costa na tentativa de chegar ao porto de Lampsacus, de onde poderiam ser evacuados pela frota. Lúculo deu início à perseguição, atacando-os enquanto eles estavam cruzando o rio Aesepus (Ápio), e novamente mais a oeste no Granicus (Plutarco). De acordo com Plutarco, o exército pôntico perdeu 20.000 mortos no Granicus e cerca de 300.000 pessoas durante toda a campanha. Embora os números gerais sejam provavelmente muito altos, Mitrídates parece ter perdido a maior parte de seu exército na luta ao redor de Cízico.

Mitrídates não abandonou imediatamente sua campanha na Bitínia. Parte de seu exército chegou a Lampsacus, onde ficou sob o comando do renegado romano Marco Varius. Mitrídates enviou 50 navios e 10.000 homens sob o comando de Varius para o Egeu, enquanto ele levou o resto de seu exército para atacar Perinthus, no lado europeu do Propontis. Quando o ataque falhou, ele navegou para o leste, para Nicomédia, na ponta leste do Propontis.

Lúculo também dividiu suas forças. Ele assumiu o comando de uma frota que seguiu Varius até o Egeu, derrotando-o e matando-o em Lemnos. C. Valerius Triarius e Barba permaneceram no Propontis, com ordens de eliminar os últimos postos avançados pônticos na Bitínia ocidental. Apamea, Prusa e Nicaea logo caíram para Triarus e Barba, forçando Mitrídates a abandonar sua posição em Nicomedia. Ele escapou pelo Bósforo e, deixando uma guarnição para trás na cidade livre de Heraclea, voltou para Ponto. Lúculo e Cota se encontraram em Nicomédia, onde Lúculo decidiu lançar uma invasão imediata de Ponto.

Lúculo em Ponto

A cronologia exata da campanha de Lúculo em Ponto é tão incerta quanto a dos combates em torno do Propontis, mas seu esboço não. Assim que descobriu que Mitrídates havia deixado Nicomédia, Lúculo invadiu Ponto e sitiou várias cidades, entre elas Heraclea, Amisus, Themiscyra, Sinope e a nova cidade real de Eupatoria. A maioria desses cercos foi conduzida em ritmo vagaroso, na tentativa de forçar Mitrídates a lutar no coração de Ponto e não recuar para o interior montanhoso de seu império ou se juntar a seu genro Tigranes na Armênia.

Mitrídates reuniu um novo exército em torno de Cabira (ou Cabeira), no vale do rio Lico, que corre de leste a oeste, paralelo à costa do Mar Negro, passando de Cabira a Eupatoria. A suposição geral é que Lúculo deve ter capturado Eupatoria antes de avançar para Cabira, embora Memnon coloque sua queda após os combates em torno de Cabira. Existe pelo menos uma rota alternativa para o vale do Lico, através das montanhas ao sul, e Ápio descreve Lúculo como atravessando montanhas para chegar a Cabira.

No verão de 72 ou 71 a.C. Lúculo avançou para o vale do Lico. De acordo com Apiano e Plutarco, Mitrídates havia levantado um exército de 40.000 infantaria e 4.000 cavalaria. Lúculo começou sua campanha avançando para as planícies ao redor do rio, onde sofreu uma derrota em uma batalha de cavalaria. Os romanos então se posicionaram nas colinas, recebendo suprimentos da Capadócia ao sul. A luta decisiva ocorreu durante um ataque a um desses comboios de grãos. Os homens de Mitrídates pegaram e atacaram os romanos em um desfiladeiro estreito, onde sua cavalaria era inútil. A luta resultante terminou com a destruição da maior parte da força Pôntica.

Quando esta notícia chegou a Mitrídates, ele decidiu retirar-se do cargo de Cabira. De acordo com Apiano e Plutarco, depois que Mitrídates contou seus planos a seus servos, eles tentaram mandar suas próprias bagagens embora. O exército ainda não tinha sido informado da mudança e entrou em pânico. No caos resultante, o acampamento Pôntico foi destruído e toda a disciplina foi perdida. O próprio Mitrídates foi levado pelo caos e só escapou dos romanos quando as tropas mais próximas foram distraídas por uma mula que carregava parte do tesouro real. Enquanto os romanos estavam saqueando seu acampamento, Mitrídates escapou pela fronteira com a Armênia para buscar refúgio com Tigranes.

Lúculo enviou Ápio Cláudio à Armênia para pedir a Tigranes que entregasse Mitrídates, e então se concentrou em terminar os vários cercos ainda em andamento no Ponto. Esse processo e a organização de Ponto em uma nova província o levaram ao final de 70 a.C., quando Ápio havia retornado, tendo fracassado sua missão na Armênia. Depois de conspirar com alguns dos vassalos de Tigranes, ele ordenou que Tigranes entregasse seu sogro, ou enfrentaria uma guerra com Roma. Não é de surpreender que Tigranes se recusou a ceder a essa ameaça e, por volta dessa época, finalmente concordou em se encontrar com Tigranes, que havia sido mantido isolado em uma fortaleza remota por um ano e meio.

Existem muito poucas evidências firmes das datas desses eventos. Por puro acaso, uma seção da Coleção de Crônicas e Listas de Vencedores do Olimpo de Phlegon de Tralles sobreviveu na Bibliotheca de Photius, uma série de breves resenhas de obras de autores antigos. Photius leu até a 177ª Olimpíada (72-69 a.C.), que por acaso inclui parte da campanha de Lúculo. Desta fonte, ficamos sabendo que no primeiro ano da Olimpíada Lúculo estava sitiando Amisus, mas deixou Murena com duas legiões para continuar o cerco, enquanto avançava para o território do Cabiri, onde entrou em quartéis de inverno. Ele também ordenou que Hardian fizesse guerra contra Mitrídates, que foi derrotado. Também ficamos sabendo de uma batalha entre Lúculo de um lado e Mitrídates e Tigranes do outro, no quarto ano da Olimpíada (69 a.C.), provavelmente a batalha de Tigranocerta. No entanto, também é possível que isso se refira à batalha no rio Arsânia, no ano seguinte, na qual Mitrídates esteve realmente presente.

Até mesmo esse fragmento foi interpretado de várias maneiras diferentes. Pode ser usado para datar o início do cerco de Amisus em 73 ou 72 a.C., e a luta em Cabira em 72 ou 71 a.C., dependendo se Lúculo entrou em quartéis de inverno antes ou depois de derrotar Mitrídates.

Ápio e Plutarco sugerem que Lúculo se mudou para Ponto logo após o fim da campanha em torno do Propontis, o que significaria o início dos cercos em Ponto no início de 72 a.C. A campanha em torno de Cabira ocorreria então no verão seguinte (72 a.C.), a fim de localizá-la em 71 a.C. sugeriria dezoito meses de inatividade de ambos os lados. Se Lúculo entrasse em quartéis de inverno em Cabira, a maioria dos cercos em Ponto teria terminado em 71 a.C., durante a próxima temporada de campanha. Lúculo então passou algum tempo reorganizando a província romana da Ásia, possivelmente durante 70 a.C., antes de voltar para invadir a Armênia em 69 a.C. Os vinte meses de isolamento de Mitrídates na Armênia durariam do final de 72 a.C., após sua derrota em Cabira, até meados de 70 a.C., após a visita de Ápio Cláudio à corte de Tigranes.

Lúculo na Armênia

Há um consenso geral de que a invasão da Armênia por Lúculo ocorreu em 69 a.C. É quase certo que carecia de qualquer autoridade legal do Senado e colocava a República Romana em contato com a Armênia e a Pártia pela primeira vez. Em 68 a.C. ele foi acusado de 'fazer uma guerra de outra', enquanto Cícero em 66 a.C. descreveu a invasão como afetando tribos que “o povo romano nunca pensou em provocar ou experimentar na guerra”. A justificativa de Lúculo para a invasão era que a guerra em Ponto não terminaria de verdade até que Mitrídates estivesse morto ou em mãos romanas.

Lúculo invadiu a Armênia com o que ele acreditava serem suas melhores tropas, provavelmente 12.000 legionários e 4.000 cavalaria e tropas leves, o equivalente a três legiões. Seu primeiro alvo foi Tigranocerta, a nova capital de Tigranes, construída em algum lugar nas fronteiras do sul da Armênia (a localização exata ainda é desconhecida) e suas recentes conquistas na Mesopotâmia, e povoada por várias centenas de milhares de pessoas retiradas de suas casas originais.

Lúculo conseguiu chegar até a Armênia antes que alguém tomasse coragem de contar a Tigranes sobre a invasão. Tigranes respondeu lançando uma pequena guarnição para a cidade e, em seguida, recuando para reunir seu exército principal. Embora Lúculo não tivesse homens suficientes para sitiar adequadamente Tigranocerta, ele iniciou um bloqueio e esperou que Tigranes voltasse. Mitrídates, que estava prestes a invadir Ponto, pediu a Tigranes que evitasse uma batalha preparada, mas vendo o pequeno tamanho do exército romano ('muito pequeno para um exército, muito grande para uma embaixada), Tigranes recusou isso adendo. A batalha de Tigranocerta foi a única batalha terrestre formal durante a carreira de Lúculo e terminou com uma esmagadora vitória romana. Tigranes, com o que restou de seu exército, foi forçado a recuar para o norte para se juntar a Mitrídates.

Lúculo agora enfrentava um problema real. A vitória em Tigranocerta destruiu muito do poder de Tigranes no sul de seu reino, mas não ajudou a encerrar a guerra. Depois de passar o inverno de 69-68 a.C. no sul da Armênia, Lúculo tentou capturar a capital armênia de Artaxata, ao nordeste do Monte Ararat. Esta campanha terminaria em fracasso. Lúculo era um disciplinador rígido e estava começando a perder o apoio de suas tropas. Ele também estava prestes a perder o comando da guerra, pois Marcius Rex, o cônsul de 68 a.C., recebeu a Cilícia como sua província proconsular, o que significa que assumiria sua autoridade ali em 67 a.C. Ele já havia perdido a província da Ásia, que agora estava um pouco distante de sua área de operação, mas por enquanto ainda mantinha o comando da guerra no leste.

O avanço sobre Artaxata pretendia provocar uma grande batalha final. Plutarco descreve uma grande batalha, no rio Arsânia, na qual Lúculo derrotou um exército armênio que havia sido levantado por Mitrídates e organizado no estilo romano, mas no rescaldo desta batalha o tempo piorou e as tropas de Lúculo se recusaram a avançar mais nas montanhas. Lúculo foi forçado a virar para o sul, onde sitiou e capturou a cidade de Nisibis, e foi para os quartéis de inverno.

A guerra agora se voltou dramaticamente contra Lúculo. Enquanto se movia para o sul, para Nisibis, Mitrídates moveu-se para o oeste, para a Armênia Menor, à frente de uma força de 4.000 armênios e 4.000 soldados pônticos. O legado Fábio, que ficara com duas legiões fracas para defender Ponto, foi derrotado em duas batalhas, a segunda das quais apenas terminou com Mitrídates ferido. Fábio foi então sitiado em Cabira, antes que os reforços sob o comando de Triarius restaurassem temporariamente a situação.

A notícia desse revés também restaurou temporariamente a disciplina no exército de Lúculo, que se recusava a obedecer às ordens. Eles agora concordaram em retornar ao Ponto. Mitrídates, que percebeu que precisava derrotar Triarius e Fábio antes que Lúculo chegasse, conseguiu provocar uma batalha em Zela (67 a.C.). Isso terminou com sua vitória mais impressionante sobre um exército genuinamente romano, mas só lhe valeu mais um ano no poder em Ponto.

Antes que a notícia da derrota em Zela chegasse a Roma, o cônsul em 67 a.C. Acílio Glabro fora nomeado para substituir Lúculo no leste. Ele e Marcius Rex, o novo governador da Cilícia, haviam chegado agora à Ásia, e o exército de Lúculo se recusou a obedecer a seus comandos. Lúculo foi forçado a recuar para a Galácia, onde o exército esperava em vão por Glabrio, que quando descobriu a verdadeira situação se recusou a avançar mais para o leste do que a Bitínia. Na ausência de qualquer oposição militar, Mitrídates foi capaz de recuperar o controle de todo o Ponto.

Pompeu

Por uma feliz coincidência, os romanos tiveram outro general bem-sucedido à solta no Mediterrâneo oriental quando a crise se desenvolveu. No início de 67 a.C. Pompeu havia recebido poderes proconsulares para operar contra a pirataria em todo o Mediterrâneo, com autoridade igual à de um procônsul em qualquer lugar dentro de 50 milhas romanas da costa. Com eficiência impressionante, Pompeu varreu os piratas organizados dos mares em uma campanha de três meses durante o verão de 67 a.C. No final de 67 a.C. ele estava perdido e prestes a entrar em guerra com um rival romano em Creta.

Isso foi evitado no início de 66 a.C. quando o tribuno C. Manilius aprovou uma lei que deu a Pompeu o comando da guerra no leste. Ele recebeu substancialmente os mesmos poderes que Lúculo tinha desfrutado, mas também recebeu autoridade para fazer paz e guerra e formar alianças sem consultar o Senado.

Pompeu foi capaz de convocar as três legiões comandadas por Márcio Rex na Cilícia e um número semelhante de homens no exército de Lúculo. Ao final de seu período de comando em 62 a.C. seu exército provavelmente havia crescido de seis legiões para um tamanho máximo de nove ou dez.

Lúculo não deixou seu exército em silêncio, mas Pompeu rapidamente superou suas objeções. Seus primeiros movimentos foram diplomáticos. O rei Fraates da Pártia concordou em se aliar aos romanos e invadiu a Armênia, realizando um cerco malsucedido a Artaxata, que pelo menos impediu Tigranes de ajudar Mitrídates. Pompeu então abriu negociações de paz com Mitrídates. Seus termos incluíam uma submissão formal à autoridade de Pompeu e a rendição de um grande número de desertores romanos que agora lutavam no lado pôntico. Mitrídates recusou esses termos e se preparou para lutar.

A campanha final entre Mitrídates e os romanos ocorreu no vale do Alto Lico, na Armênia Menor. Mitrídates assumiu uma posição na fortaleza de Dasteira, possivelmente no local da cidade de Nicópolis, fundada por Pompeu após os combates. Depois de quarenta e cinco dias lutando ao redor da Dasteira, Mitrídates tentou fugir para o leste, desta vez com um pouco mais de sucesso do que tinha desfrutado contra Lúculo. Esse sucesso terminou na terceira noite da marcha, quando Pompeu atacou o acampamento Pôntico e destruiu o último exército Pôntico de Mitrídates, no que normalmente é referido como a batalha de Nicópolis.

Mitrídates foi ainda menos bem-vindo na Armênia em 66 a.C. do que em sua primeira aparição em 72 a.C., e deve ter ficado surpreso quando Tigranes colocou um preço em sua cabeça. A hostilidade de Tigranes foi causada por seu filho rebelde, outro Tigranes, que estava conduzindo o cerco de Artaxata em nome dos partas, tendo fugido da corte de seu pai com medo de sua vida. Depois que o cerco terminou em fracasso, os Tigranes mais jovens consideraram fugir para Mitrídates, antes de ir para Pompeu. Tigranes soube dos planos de seu filho e presumiu que Mitrídates estava prestes a se voltar contra ele.

Mitrídates foi forçado a fugir para o norte, encontrando um porto seguro no porto de Dioscúrias na Cólquida, uma parte de seu reino que ainda não havia caído para os romanos. Ele então se dirigiu à Crimeia. Duas histórias dos planos de Mitrídates sobreviveram quando ele chegou à Crimeia. O mais realista era que planejava restaurar seu poder na Crimeia e tentar lutar contra os romanos. Sua base ficava em Phanagorea, no continente a leste da Crimeia, e ele também guarnecia os portos de Chersonesus, Theodosia e Nymphaion na Crimeia. Esse plano desmoronou quando seu filho, Farnaces, o derrubou em 63 a.C. Mitrídates foi morto por um guerreiro celta, provavelmente por sua própria demanda. A segunda história, que se desenvolveu mais tarde e foi usada pelos inimigos de Pompeu, era que Mitrídates planejava invadir a Itália através do Danúbio e dos passos dos Alpes, com a ajuda de uma massa anônima de celtas.

Pompeu foi posteriormente criticado em Roma por não perseguir Mitrídates. Deixando uma força naval para bloquear os portos do Mar Negro onde pudesse encontrar apoio, Pompeu, em vez disso, invadiu a Armênia. Desta vez, Tigranes não estava disposto a resistir e, quando Pompeu se aproximou de Artaxata, o rei armênio se rendeu. No rescaldo dessa vitória sem derramamento de sangue, Pompeu desmembrou o império de Tigranes. Tigranes ficou com as terras que herdou originalmente, mas todas as suas conquistas foram tiradas dele. Mais tarde, Tigranes foi oficialmente reconhecido como "amigo e aliado do povo romano".

Depois de lidar com Tigranes, Pompeu virou para o norte, entrando na área entre as montanhas armênias e as cordilheiras do Cáucaso (atual Geórgia), ocupada pelas tribos ibérica e albanesa. Esta foi uma das áreas tomadas de Tigranes, e agora Pompeu estava determinado a impor sua autoridade sobre eles (ele também pode ter tentado seguir Mitrídates, mas isso parece improvável).

Os albaneses foram derrotados em uma batalha em suas fronteiras durante o inverno de 66/5 a.C., então na primavera de 65 a.C. Pompeu derrotou os ibéricos, antes de marchar pelo vale de Phasis até a costa do Mar Negro. Ele então voltou para a Armênia, antes de invadir o coração da Albânia, vencendo outra batalha e alcançando em três dias a marcha do Mar Cáspio. Isso efetivamente encerrou a carreira militar de Pompeu no leste. Ele passou a maior parte de 64 a.C. organizando o Ponto, incluindo um longo período contando o famoso tesouro de Mitrídates (36.000 talentos de ouro e prata), no final do ano entrou na Síria, onde permaneceu até que a notícia da morte de Mitrídates o alcançou em 63 a.C. Pompeu estava livre para retornar a Roma, onde em 61 a.C. ele celebrou seu triunfo.

Rescaldo

A Terceira Guerra Mitridática terminou com uma das maiores expansões do território da república romana. A breve intervenção de Pompeu na Armênia ganhou a República do norte da Síria e uma faixa costeira do antigo território selêucida. Lúculo e Pompeu entre eles haviam conquistado Ponto como uma província, e a Bitínia agora estava segura.

Os últimos remanescentes do Império Selêucida haviam sido absorvidos, deixando o Egito como o único sobrevivente dos grandes estados sucessores helenísticos de Alexandre o Grande. O Império Romano quase alcançou sua maior extensão no leste.


A Terceira Guerra Mitridática: A República Romana

A Terceira Guerra Mitridática (75-63 a.C.) foi a última e mais longa de uma série de conflitos envolvendo a República Romana e outras potências regionais. A longa guerra travada acabou levando à vitória total da República, com o fim do Reino do Pôntico, que foi o beligerante nas guerras anteriores. A terceira guerra foi desencadeada pela morte do governante de Nicomedes IV, o rei da Bitínia.
O Reino da Bitínia seria legado à República, o que foi declarado por Nicomedes IV pouco tempo antes de sua morte. No entanto, Mitrídates VI de Ponto não estava disposto a deixar a República absorver mais terras e poder. Mitrídates começou seus preparativos de guerra em 74 no inverno de 73 a.C. com as produções em massa de suas frotas navais, e reforço.

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A batalha

As linhas de suprimento de Lúculo agora vinham ao norte da Capadócia, um aliado romano ao sul de Ponto. Um comboio de suprimentos fortemente armado, escoltado por nada menos que dez coortes de infantaria, sob o comando do legado Sornatius, foi atacado pela cavalaria pôntica. Os romanos contiveram o ataque, infligindo terríveis perdas aos cavaleiros de Pônticos. Quando um segundo comboio de suprimentos, também fortemente armado, sob o comando de Marcus Fabius Hadrianus dirigiu-se ao acampamento de Lúculo, Mitrídates decidiu usar uma força de armas combinadas (infantaria e cavalaria). Cerca de 4.000 cavalaria e infantaria caíram sobre o comboio, infelizmente, os romanos perceberam que o vale estreito no local limitava a eficácia da cavalaria de seus oponentes, então eles contra-atacaram e eliminaram metade da força de ataque. [7]

Mitrídates procurou esconder a extensão do desastre de seu exército. Infelizmente para o rei pôntico, Adriano marchou por seu acampamento em plena formação de batalha, com os despojos de sua vitória. A reputação do rei deve ter sofrido por ser pego neste engano. O exército do Pôntico estava inseguro e falava-se de que uma retirada seria necessária. [8]

Foi quando Mitrídates decidiu reduzir suas perdas e fugir. A desordem causada pelos preparativos de Mitrídates para deixar a área levou à completa desintegração de seu exército. Lúculo viu o que estava acontecendo e ordenou que seu exército atacasse as forças em fuga. Os romanos chegaram ao acampamento, mataram todos os que permaneceram lá e começaram a saquear. [9]


Rio DG07 Rhyndacus (73 a.C.)

Contexto histórico
A batalha dos Rhyndacis de 73 a.C. foi o primeiro de uma série de desastres que se abateu sobre o exército de Mitrídates VI de Ponto quando ele tentou recuar do cerco de Cizicus.
Mitrídates enviou uma força de cavalaria (junto com a infantaria ferida) em direção à Bitínia (enquanto o grosso de seu exército se retiraria por mar), pois eram de pouca utilidade na guerra de cerco e enfraqueciam devido à falta de suprimentos.
Lúculo perseguiu dez coortes de infantaria e sua cavalaria (Plutarco) e ultrapassou as tropas de Mitrídates. Enquanto eles estavam cruzando o rio Rhyndacus Lucullus atacou a força.
De acordo com Apiano e Plutarco, os romanos capturaram 15.000 homens e 6.000 cavalos na luta.
O palco está montado. As linhas de batalha estão traçadas e você está no comando. O resto é história.


Antecedentes: Os Romanos na Judéia

A província judaica da Judéia (mais tarde Palestina) ficou sob o domínio do imperialismo romano durante a Terceira Guerra Mitridática (74-64 a.C.) por Cneu Pompeu. No entanto, não foi até o século 6 que a Judéia se tornou uma província oficial de Roma e colocada sob a autoridade dos Procuradores Romanos. Essas autoridades romanas foram designadas com a responsabilidade de manter a paz, bem como de coletar impostos. No entanto, o sistema de cobrança permitiu aos procuradores manter qualquer quantia que excedesse a cota tributária, levando a meios corruptos de extrair dinheiro dos cidadãos locais, incluindo ordens fiscais individuais e, em alguns casos, saques e roubos diretos.

Além disso, as autoridades romanas declararam controle sobre a nomeação do Sumo Sacerdote entre a sociedade judaica, a fim de assegurar indivíduos dispostos a cooperar com os cobradores de impostos. Outros casos de desacordo incluem a declaração de divindade do imperador Calígula, na qual o imperador ordenou que sua estátua fosse colocada e adorada em templos judeus em todo o Império.


Terceira Guerra Mitridática, 74-63 a.C. - História

Mitrídates está conquistando. 2 horas atrás

Eu como Snape de Harry Potter para o Halloween

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Nyssa || Machares || Amigo

Escreva algo sobre De Mitrídates muro


Nyssa : Cara. Você é tão coxo! Saia de Roma, amigo, papai! (° ___ °)

Soldado : Ei cara, obrigado por liderar o exército hoje. Temos certeza de derrotá-los em breve!

Mitrídates está conquistando. 2 horas atrás

Pompeu : Estou chamando você !! Derrote-me na batalha se puder, Mitrídates! & gt :(

Amigo : Há quanto tempo! E aí? Como vai a imunidade ao veneno?

Mitrídates escreveu um Observação :
Minha história: a terceira guerra mitridática

A Terceira Guerra Mitridática foi minha última guerra, e também uma das mais emocionantes. Por volta de 75 ou 74 a.C., Nicomedes III da Bitínia, que eu supus ser meu amigo, morreu e legou seu reino a Roma. Acreditando que sua vontade havia sido feita pelos terríveis romanos, invadi Roma e constituí um governante-fantoche. É claro que Roma não ficou muito satisfeita com minhas ações e assim a guerra começou.

Roma estava envolvida em muitas outras guerras na época, entretanto, eu aprendi que isso não enfraqueceu seu ataque a Ponto nem a nenhuma de minhas outras terras. Roma enviou Lucius Licinius Lucullus para lidar comigo junto com Marus Aurelius Cotta. Felizmente, meu genro Tigranes governou a Armênia, para onde mais tarde fugi depois de ser atacado por Lúculo em 73 a.C. em Pontus. Tigranes se recusou a lutar comigo, mas se ofereceu para me fornecer abrigo, além de tropas armênias. Com o tempo, Lúculo descobriu meu esconderijo e ordenou que a Armênia se rendesse a mim e às minhas tropas. Quando Tigranes recusou sua ordem, Lúculo atacou a Armênia.

Enquanto todas essas lutas ocorriam na Armênia, invadi meu próprio país. Durante essa época, que foi por volta de 66 a.C., Pompeu "O Grande" entrou em todo o desastre e atacou Ponto. Depois disso, fugi para a Armênia, enfrentando tristemente minha derrota. De lá, mudei e acabei em minhas terras ao norte do Mar Negro. Nesse local, meu filho Machares, governava. Naquela época, por volta de 65 a.C., Machares era amigo de Roma, então ele também não estava disposto a lutar comigo. Depois dessa ocasião, todas as notícias que recebi foram desanimadoras, então tentei o suicídio com veneno. Essa tentativa falhou, pois eu havia adquirido imunidade ao veneno anos atrás. Como resultado, pedi a um soldado, que também era meu amigo, que me matasse.


Mitrídates apenas peguei o Qual é a minha personalidade? "

Você é uma pessoa poderosa e determinada. Confiante e seguro de si, você não se intimida facilmente. Você pode dominar facilmente qualquer e todas as habilidades. Você gosta de planejar sua vida como deseja e está pronto para derrubar todos os obstáculos / pessoas que o impedem de obter o que deseja. Seu entusiasmo dura por curtos períodos de tempo e seu maior problema é ter certeza de terminar os projetos que iniciou. Você é uma pessoa original.

Alguém escreveu um poema sobre mim !!

Houve um rei que reinou no Oriente:
There, when kings will sit to feast,
They get their fill before they think
With poisoned meat and poisoned drink.
He gathered all the springs to birth
From the many-venomed earth
First a little, thence to more,
He sampled all her killing store
And easy, smiling, seasoned sound,
Sate the king when healths went round.
They put arsenic in his meat
And stared aghast to watch him eat
They poured strychnine in his cup
And shook to see him drink it up:
They shook, they stared as white’s their shirt:
Them it was their poison hurt.
--I tell the tale that I heard told.
Mithridates, he died old


Conteúdo

Mithridates is the Greek attestation of the Persian name Mihrdāt, meaning "given by Mithra", the name of the ancient Iranian sun god. [5] The name itself is derived from Old Iranian Miθra-dāta-. [6]

Mithridates Eupator Dionysus (Greek: Μιθραδάτης Εὐπάτωρ Δῐόνῡσος ) was a prince of Persian and Greek ancestry. He claimed descent from Cyrus the Great, the family of Darius the Great, the Regent Antipater, the generals of Alexander the Great as well as the later kings Antigonus I Monophthalmus and Seleucus I Nicator. [7]

Mithridates was born in the Pontic city of Sinope, [8] and was raised in the Kingdom of Pontus. He was the first son among the children born to Laodice VI and Mithridates V of Pontus (reigned 150–120 BC). His father, Mithridates V, was a prince and the son of the former Pontic monarchs Pharnaces I of Pontus and his wife-cousin Nysa. His mother, Laodice VI, was a Seleucid princess and the daughter of the Seleucid monarchs Antiochus IV Epiphanes and his wife-sister Laodice IV. [ citação necessária ]

Mithridates V was assassinated in about 120 BC in Sinope, poisoned by unknown persons at a lavish banquet which he held. [9] He left the kingdom to the joint rule of Mithridates' mother, Laodice VI, Mithridates, and his younger brother, Mithridates Chrestus. Neither Mithridates nor his younger brother were of age, and their mother retained all power as regent for the time being. [10] Laodice VI's regency over Pontus was from 120 BC to 116 BC (even perhaps up to 113 BC) and favored Mithridates Chrestus over Mithridates. During his mother's regency, he escaped from his mother's plots against him, and went into hiding. [ citação necessária ]

Mithridates emerged from hiding, returning to Pontus between 116 BC and 113 BC and was hailed as king. By this time he had grown to become a man of considerable stature and physical strength. [11] He could combine extraordinary energy and determination with a considerable talent for politics, organization and strategy. [11] Mithridates removed his mother and brother from the throne, imprisoning both, becoming the sole ruler of Pontus. [12] Laodice VI died in prison, ostensibly of natural causes. Mithridates Chrestus may have died in prison also, or may have been tried for treason and executed. [12] Mithridates gave both royal funerals. [13] Mithridates first [ esclarecimento necessário ] married his younger sister Laodice, aged 16. [14] His goal was to preserve the purity of their bloodline, solidify his claim to the throne, to co-rule over Pontus, and to ensure the succession to his legitimate children. [ citação necessária ]

Mithridates entertained ambitions of making his state the dominant power in the Black Sea and Anatolia. He first subjugated Colchis, a region east of the Black Sea, and prior to 164 BC, an independent kingdom. He then clashed for supremacy on the Pontic steppe with the Scythian King Palacus. The most important centres of Crimea, Tauric Chersonesus and the Bosporan Kingdom readily surrendered their independence in return for Mithridates' promises to protect them against the Scythians, their ancient enemies. [11] After several abortive attempts to invade the Crimea, the Scythians and the allied Rhoxolanoi suffered heavy losses at the hands of the Pontic general Diophantus and accepted Mithridates as their overlord. [ citação necessária ]

The young king then turned his attention to Anatolia, where Roman power was on the rise. He contrived to partition Paphlagonia and Galatia with King Nicomedes III of Bithynia. It was probably on the occasion of the Paphlagonian invasion of 108 BC that Mithridates adopted the Bithynian era for use on his coins in honour of the alliance. This calendar era began with the first Bithynian king Zipoites I in 297 BC. It was certainly in use in Pontus by 96 BC at the latest. [15]

Yet it soon became clear to Mithridates that Nicomedes was steering his country into an anti-Pontic alliance with the expanding Roman Republic. When Mithridates fell out with Nicomedes over control of Cappadocia, and defeated him in a series of battles, the latter was constrained to openly enlist the assistance of Rome. The Romans twice interfered in the conflict on behalf of Nicomedes (95–92 BC), leaving Mithridates, should he wish to continue the expansion of his kingdom, with little choice other than to engage in a future Roman-Pontic war. By this time Mithridates had resolved to expel the Romans from Asia. [11]

The next ruler of Bithynia, Nicomedes IV of Bithynia, was a figurehead manipulated by the Romans. Mithridates plotted to overthrow him, but his attempts failed and Nicomedes IV, instigated by his Roman advisors, declared war on Pontus. Rome itself was involved in the Social War, a civil war with its Italian allies. Thus, in all of Roman Asia Province there were only two legions present in Macedonia. These legions combined with Nicomedes IV's army to invade Mithridates' kingdom of Pontus in 89 BC. Mithridates won a decisive victory, scattering the Roman-led forces. His victorious forces were welcomed throughout Anatolia. The following year, 88 BC, Mithridates orchestrated a massacre of Roman and Italian settlers remaining in several Anatolian cities, essentially wiping out the Roman presence in the region. 80,000 people are said to have perished in this massacre. [11] The episode is known as the Asiatic Vespers. [16]

The Kingdom of Pontus comprised a mixed population in its Ionian Greek and Anatolian cities. The royal family moved the capital from Amasia to the Greek city of Sinope. Its rulers tried to fully assimilate the potential of their subjects by showing a Greek face to the Greek world and an Iranian/Anatolian face to the Eastern world. Whenever the gap between the rulers and their Anatolian subjects became greater, they would put emphasis on their Persian origins. In this manner, the royal propaganda claimed heritage both from Persian and Greek rulers, including Cyrus the Great, Darius I of Persia, Alexander the Great and Seleucus I Nicator. [17] Mithridates too posed as the champion of Hellenism, but this was mainly to further his political ambitions it is no proof that he felt a mission to promote its extension within his domains. [11] Whatever his true intentions, the Greek cities (including Athens) defected to the side of Mithridates and welcomed his armies in mainland Greece, while his fleet besieged the Romans at Rhodes. Neighboring King of Armenia Tigranes the Great established an alliance with Mithridates and married one of Mithridates’ daughters, Cleopatra of Pontus. They would support each other in the coming conflict with Rome. [18]

The Romans responded by organising a large invasion force to defeat him and remove him from power. The First Mithridatic War, fought between 88 BC and 84 BC, saw Lucius Cornelius Sulla force Mithridates VI out of Greece proper. After victory in several battles, Sulla received news of trouble back in Rome posed by his enemy Gaius Marius and hurriedly concluded peace talks with Mithridates. As Sulla returned to Italy Lucius Licinius Murena was left in charge of Roman forces in Anatolia. The lenient peace treaty, which was never ratified by the Senate, allowed Mithridates VI to restore his forces. Murena attacked Mithridates in 83 BC, provoking the Second Mithridatic War from 83 BC to 81 BC. Mithridates defeated Murena's two green legions at the Battle of Halys in 82 BC before peace was again declared by treaty. [ citação necessária ]

When Rome attempted to annex Bithynia (bequested to Rome by its last king) nearly a decade later, Mithridates VI attacked with an even larger army, leading to the Third Mithridatic War from 73 BC to 63 BC. Lucullus was sent against Mithridates and the Romans routed the Pontic forces at the Battle of Cabira in 72 BC, driving Mithridates to exile into King Tigranes' Armenia. While Lucullus was preoccupied fighting the Armenians, Mithridates surged back to retake his kingdom of Pontus by crushing four Roman legions under Valerius Triarius and killing 7,000 Roman soldiers at the Battle of Zela in 67 BC. He was routed by Pompey's legions at the Battle of the Lycus in 66 BC. After this defeat, Mithridates VI fled with a small army to Colchis (modern Georgia) and then over the Caucasus Mountains to Crimea and made plans to raise yet another army to take on the Romans. His eldest living son, Machares, viceroy of Cimmerian Bosporus, was unwilling to aid his father. Mithridates had Machares killed, and Mithridates took the throne of the Bosporan Kingdom. Mithridates then ordered conscription and preparations for war. In 63 BC, Pharnaces II of Pontus, one of his sons, led a rebellion against his father, joined by Roman exiles in the core of Mithridates' Pontic army. Mithridates withdrew to the citadel in Panticapaeum, where he committed suicide. Pompey buried Mithridates in the rock-cut tombs of his ancestors in Amasia, the old capital of Pontus. [ citação necessária ]

During the time of the First Mithridatic War, a group of Mithridates' friends plotted to kill him. These were Mynnio and Philotimus of Smyrna, and Cleisthenes and Asclepiodotus of Lesbos. Asclepiodotus changed his mind and became an informant. He arranged to have Mithridates hide under a couch to hear the plot against him. The other conspirators were tortured and executed. Mithridates also killed all of the plotters' families and friends. [19]

Where his ancestors pursued philhellenism as a means of attaining respectability and prestige among the Hellenistic kingdoms, Mithridates VI made use of Hellenism as a political tool. [11] Greeks, Romans and Asians were welcome at his court. [11] As protector of Greek cities on the Black Sea and in Asia against barbarism, Mithridates VI logically became protector of Greece and Greek culture, and used this stance in his clashes with Rome. [20] Strabo mentions that Chersonesus buckled under the pressure of the barbarians and asked Mithridates VI to become its protector (7.4.3. c.308). The most impressive symbol of Mithridates VI's approbation with Greece (Athens in particular) appears at Delos: a heroon dedicated to the Pontic king in 102/1 by the Athenian Helianax, a priest of Poseidon Aisios. [21] A dedication at Delos, by Dicaeus, a priest of Sarapis, was made in 94/93 BC on behalf of the Athenians, Romans, and "King Mithridates Eupator Dionysus". [22] Greek styles mixed with Persian elements also abound on official Pontic coins – Perseus was favored as an intermediary between both worlds, East and West. [23]

Certainly influenced by Alexander the Great, Mithridates VI extended his propaganda from "defender" of Greece to the "great liberator" of the Greek world as war with the Roman Republic became inevitable. The Romans were easily translated into "barbarians", in the same sense as the Persian Empire during the war with Persia in the first half of the 5th century BC and during Alexander's campaign. How many Greeks genuinely bought into this claim will never be known. It served its purpose at least partially because of it, Mithridates VI was able to fight the First War with Rome on Greek soil, and maintain the allegiance of Greece. [24] His campaign for the allegiance of the Greeks was aided in no small part by his enemy Sulla, who allowed his troops to sack the city of Delphi and plunder many of the city's most famous treasures to help finance his military expenses. [ citação necessária ]

After Pompey defeated him in Pontus, Mithridates VI fled to the lands north of the Black Sea in the winter of 66 BC in the hope that he could raise a new army and carry on the war through invading Italy by way of the Danube. [11] His preparations proved to be too harsh on the local nobles and populace, and they rebelled against his rule. He reportedly attempted suicide by poison. This attempt failed because of his immunity to the poison. [25] According to Appian's História Romana, he then requested his Gallic bodyguard and friend, Bituitus, to kill him by the sword:

Mithridates then took out some poison that he always carried next to his sword, and mixed it. There two of his daughters, who were still girls growing up together, named Mithridates and Nysa, who had been betrothed to the kings of [Ptolemaic] Egypt and of Cyprus, asked him to let them have some of the poison first, and insisted strenuously and prevented him from drinking it until they had taken some and swallowed it. The drug took effect on them at once but upon Mithridates, although he walked around rapidly to hasten its action, it had no effect, because he had accustomed himself to other drugs by continually trying them as a means of protection against poisoners. These are still called the Mithridatic drugs. Seeing a certain Bituitus there, an officer of the Gauls, he said to him, "I have profited much from your right arm against my enemies. I shall profit from it most of all if you will kill me, and save from the danger of being led in a Roman triumph one who has been an autocrat so many years, and the ruler of so great a kingdom, but who is now unable to die by poison because, like a fool, he has fortified himself against the poison of others. Although I have kept watch and ward against all the poisons that one takes with his food, I have not provided against that domestic poison, always the most dangerous to kings, the treachery of army, children, and friends." Bituitus, thus appealed to, rendered the king the service that he desired. [26]

Cassius Dio's História Romana records a different account:

Mithridates had tried to make away with himself, and after first removing his wives and remaining children by poison, he had swallowed all that was left yet neither by that means nor by the sword was he able to perish by his own hands. For the poison, although deadly, did not prevail over him, since he had inured his constitution to it, taking precautionary antidotes in large doses every day and the force of the sword blow was lessened on account of the weakness of his hand, caused by his age and present misfortunes, and as a result of taking the poison, whatever it was. When, therefore, he failed to take his life through his own efforts and seemed to linger beyond the proper time, those whom he had sent against his son fell upon him and hastened his end with their swords and spears. Thus Mithridates, who had experienced the most varied and remarkable fortune, had not even an ordinary end to his life. For he desired to die, albeit unwillingly, and though eager to kill himself was unable to do so but partly by poison and partly by the sword he was at once self-slain and murdered by his foes. [27]

At the behest of Pompey, Mithridates' body was later buried alongside his ancestors (in either Sinope or Amaseia). [28] Mount Mithridat in the central Kerch and the town of Yevpatoria in Crimea commemorate his name. [ citação necessária ]

In his youth, after the assassination of his father Mithridates V in 120 BC, Mithridates is said to have lived in the wilderness for seven years, inuring himself to hardship. While there, and after his accession, he cultivated an immunity to poisons by regularly ingesting sub-lethal doses of the same poison that killed his father Mithridates V. [29] He invented a complex "universal antidote" against poisoning several versions are described in the literature. Aulus Cornelius Celsus gives one in his De Medicina and names it Antidotum Mithridaticum, whence English mithridate. [30] Pliny the Elder's version comprised 54 ingredients to be placed in a flask and matured for at least two months. After Mithridates' death in 63 BC, many imperial Roman physicians claimed to possess and improve on the original formula, which they touted as Mithradatium. In keeping with most medical practices of his era, Mithridates' anti-poison routines included a religious component they were supervised by the Agari, a group of Scythian shamans who never left him. Mithridates was reportedly guarded in his sleep by a horse, a bull, and a stag, which would whinny, bellow, and bleat whenever anyone approached the royal bed. [31]

In Pliny the Elder's account of famous polyglots, Mithridates could speak the languages of all the twenty-two nations he governed. [32] This reputation led to the use of Mithridates' name as title in some later works on comparative linguistics, such as Conrad Gessner's Mithridates de differentiis linguarum (1555), and Adelung and Vater's Mithridates oder allgemeine Sprachenkunde (1806–1817). [33]

Mithridates VI had wives and mistresses, by whom he had several children. The names he gave his children are a representation of his Persian and Greek heritage and ancestry. [ citação necessária ]

His first wife was his sister Laodice. They were married from 115/113 BC until about 90 BC. They had several children. Their sons were Mithridates, Arcathius, Machares and Pharnaces II of Pontus. Their daughters were Cleopatra of Pontus (sometimes called Cleopatra the Elder to distinguish her from her sister of the same name) and Drypetina (a diminutive form of "Drypetis"). Drypetina was Mithridates VI's most devoted daughter. Her baby teeth never fell out, so she had a double set of teeth. [16]

His second wife was a Greek Macedonian Noblewoman, Monime. They were married from about 89/88 BC until 72/71 BC and had a daughter, Athenais, who married King Ariobarzanes II of Cappadocia. His next two wives were also Greek: he was married to his third wife Berenice of Chios, from 86–72/71 BC, and to his fourth wife Stratonice of Pontus, from sometime after 86 to 63 BC. Stratonice bore Mithridates a son Xiphares. His fifth wife is unknown. His sixth wife Hypsicratea, famed for her loyalty and prowess in battle, was Caucasian, and they were married from an unknown date to 63 BC. [ citação necessária ]

One of his mistresses was the Galatian Celtic Princess Adobogiona the Elder. By Adobogiona, Mithridates had two children: a son called Mithridates I of the Bosporus and a daughter called Adobogiona the Younger. [ citação necessária ]

His sons born from his concubines were Cyrus, Xerxes, Darius, Ariarathes IX of Cappadocia, Artaphernes, Oxathres, Phoenix (Mithridates’ son by a mistress of Syrian descent), and Exipodras, named after kings of the Persian Empire, which he claimed ancestry from. His daughters born from his concubines were Nysa, Eupatra, Cleopatra the Younger, Mithridatis and Orsabaris. Nysa and Mithridatis, were engaged to the Egyptian Greek Pharaohs Ptolemy XII Auletes and his brother Ptolemy of Cyprus. [ citação necessária ]

In 63 BC, when the Kingdom of Pontus was annexed by the Roman general Pompey, the remaining sisters, wives, mistresses, and children of Mithridates VI in Pontus were put to death. Plutarch, writing in his Vidas (Pompey, v.45), states that Mithridates' sister and five of his children took part in Pompey's triumphal procession on his return to Rome in 61 BC. [ citação necessária ]

The Cappadocian Greek nobleman and high priest of the temple-state of Comana, Cappadocia, Archelaus was descended from Mithridates VI. [34] He claimed to be a son of Mithridates VI [35] but the chronology suggests that Archelaus may actually have been a maternal grandson of the Pontic king, and the son of Mithridates VI's favorite general, who may have married one of the daughters of Mithridates VI. [36]

  • The demise of Mithridates VI is detailed in the 1673 play Mithridate written by Jean Racine. This play is the basis for several 18th century operas including one of Mozart's earliest, known most commonly by its Italian name, Mitridate, re di Ponto (1770).
  • Mithridates is the subject of the opera Mitridate Eupatore (1707) by Alessandro Scarlatti. included his "Mithridates" in his 1847 Poems. 's novel The Count of Monte Cristo refers to the potential of a mithridate as an instrument both of defense and offence. , amidst casting about for poetic themes in The Prelude (Bk i vv 186 ff):

Sometimes, more sternly moved, I would relate
How vanquished Mithridates northward passed,
And, hidden in the cloud of years, became
Odin, the Father of a race by whom

Perished the Roman Empire.

    alludes to Mithridates' immunity to poison in his love poem Though I Thy Mithridates Were.
  • The poet A. E. Housman alludes to Mithridates' antidote in the final stanza of "Terence, This Is Stupid Stuff" in A Shropshire Lad:

There was a king reigned in the East:
There, when kings will sit to feast,
They get their fill before they think
With poisoned meat and poisoned drink.
He gathered all that springs to birth
From the many-venomed earth
First a little, thence to more,
He sampled all her killing store
And easy, smiling, seasoned sound,
Sate the king when healths went round.
They put arsenic in his meat
And stared aghast to watch him eat
They poured strychnine in his cup
And shook to see him drink it up:
They shook, they stared as white’s their shirt:
Them it was their poison hurt.
–I tell the tale that I heard told.

Mithridates, he died old.


There are Accounts Still Living

Alexandria , while holding the greatest store of the world's knowledge, did not hold all its copies.

There were too many civilizations at the time to fail to store our history.

Whether or not Alexandria lost a significant portion of what we could perceive as a historical record of alien contact , we still have other sources to pull from.

1. Plutarch

Plutarco was a Greek historian and biographer who lived between 46 and 120 AD.

He later became a Roman citizen, adopting the name Lucius Metrius Plutarchus. While his duties in his life varied, his most notable works involved the detailing of various Roman Emperors.

These Roman figures lived long before his time, but his works are regarded by historians as reliable historical sources.

Most of Plutarch's works have been lost to time. Those that have survived to this day are in the majority only fragments of his work, and only a few are complete.

However, there's important information to be derived from the work that we do still have from him.

One of the biographies Plutarch worked on was centered around a man named Lúculo .

He was a politician who served both in the government and in the military.

What's important here is not the man himself, but rather an event that occurred that Plutarch recorded in the biography.

The story goes that Lucullus was leading an army against Mithridates , the king of Pontus. This had been a long ongoing conflict between the Romans and Mithridates, with Lucullus facing him in the Third Mithridatic War.

The event in question took place before a battle with Mithridates, before the conflict began.

The account of the extraterrestrial strikes many similar beat to modern recounts.

As Lucullus marched to battle, the sky evidently opened up to welcome the coming object.

It was described as,

& quot[appearing] a rapidly descending object resembling a flame, which appeared like a vase in shape and like a glowing annealed metal in color.& quot

This description is taken directly from Plutarch's biography of Lucullus.

It needs to be noted that Plutarch lived long after any of these Romans lived. However, he also lived long after the initial burning of the Library of Alexandria.

Plutarch was renowned for his research, including quotations and sources in each of the Lives he wrote.

Essentially, since he learned of this alien event that Lucullus experienced, it's probable that other documentation of similar events lived as well.

2. Alexander the Great

There's no better source than the man who founded Alexandria himself.

Alexander the Great is regarded as one of humanity's greatest military leaders. According to historical records, Alexander was recorded to have experienced similar phenomena that could easily be described as extraterrestrial.

The modern take on the tale has been established by Frank Edwards , written in 1959.

while Alexander the Great was leading a siege on Tyre, he received assistance by "great silver shields" in the sky.

The extent of the UFO's description ends there, beyond there being three of them flying in a triangle formation.

The UFO's then, allegedly, fired a beam into Tyre's walls, destroying them and allowing Alexander's army entrance into the city.

These shields have reappeared in other campaigns that Alexander lead as well.

While in combat against the Indian army, these same shields were reported to have appeared above the river they were fighting over.

Their swooping down startled the steeds of both armies, and after Alexander the Great won the battle he decided against pressing on into Indian territory.

However, there are issues to be taken into account with this account of an extraterrestrial presence.

While the myth of aliens assisting Alexander in his conquest has gained popularity, the extent of its validity goes no further than Edwards.

He did not cite any sources when writing about the experience, and the histories chronicling Alexander's exploits have been lost.

While there's a chance that there are histories detailing alien presences in Alexander the Great's campaigns, as of now there are no reputable sources to reliably agree on these events occurring.

If Frank Edwards secretly had documents detailing these stories, they were never released.

Whether or not the truth behind aliens aiding Alexander the Great would likely have been found in the Library of Alexandria.

3. Titus Livius Patavinus

Titus Livius Patavinus, coloquialmente conhecido como Livy , is another well known Roman historian.

While he also lived post-Alexandria burning, any Roman documents are regarded as historically significant due to their extensive practices for reliable documentation.

Livy himself is well-regarded, earning him more than a grain of salt when it comes to his historical recounting. Livy's books of History, of which he wrote many, accounted for much of the established Roman history recorded.

However, the passage we're interested in regards an account of "phantom ships" in the sky. While the record itself appears to be vague, the meteorological event itself is significant.

Could this have been an accounting of visiting extraterrestrials?

There's no certainty, and experts in UFO research contemplate that this experience was more figurative than literal. However, the description itself seems oddly geared toward a specific physical description, not unlike what we've heard in our modern day.

It's even within the realms of similarity with Plutarch's own description.

Regardless, the excerpt describes an event taking place in 218 B.C., well within the time frame of Alexandria's existence.

Surviving accounts, kept by successors to historical knowledge, maintain unexplained phenomena linked to what may be extraterrestrial intervention prior to Alexandria's burning.

There's no telling what other bodies of work written with the same intent may have been lost in the fire.


Appian, Mithridatic Wars Horace White, Ed.

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CHAPTER I

THE Greeks think that the Thracians who marched to the Trojan war with Rhesus, who was killed by Diomedes in the night-time in the manner described in Homer's poems, 1 fled to the outlet of the Euxine sea at the place where the crossing to Thrace is shortest. Some say that as they found no ships they remained there and possessed themselves of the country called Bebrycia. Others say that they crossed over to the country beyond Byzantium called Thracian Bithynia and settled along the river Bithya, but were forced by hunger to return to Bebrycia, to which they gave the name of Bithynia from the river where they had previously dwelt or perhaps the name was changed by them insensibly with the lapse of time, as there is not much difference between Bithynia and Bebrycia. So some think. Others say that their first ruler was Bithys, the son of Zeus and Thrace, and that the two countries received their names from them.

Y.R. 600
B.C. 154
Y.R. 606
B.C. 148

[ 5 ] In the morning Nicomedes came out of the ship clad in the royal purple and wearing a diadem on his head. Andronicus met him, saluted him as king, and formed an escort for him with 500 soldiers that he had with him. Menas, pretending that he had then for the first time learned that Nicomedes was present, rushed to his 2000 men and exclaimed with assumed trepidation, "Since we have two kings, one at home and the other going there, we must look out for our own interests, and form a careful judgment of the future, because our safety lies in foreseeing correctly which of them will be the stronger. One of them is an old man, the other is young. The Bithynians are averse to Prusias they are attached to Nicomedes. The leading Romans are fond of the young man, and Andronicus has already furnished him a guard, showing that Nicomedes is in alliance with Attalus, who rules an extensive dominion alongside the Bithynians and is an old enemy of Prusias." In addition to this he expatiated on the cruelty of Prusias and his outrageous conduct toward everybody, and the general hatred in which he was held by the Bithynians on this account. When he saw that the soldiers also abhorred the wickedness of Prusias he led them forthwith to Nicomedes and saluted him as king, just as Andronicus had done before, and formed a guard for him with his 2000 men.

[ 6 ] Attalus received the young man warmly and ordered Prusias to assign certain towns for his occupation, and territory to furnish him supplies. Prusias replied that he would presently give his son the whole kingdom of Attalus, which he had intended for Nicomedes when he invaded Asia 3 before. After giving this answer he made a formal accusation at Rome against Nicomedes and Attalus and cited them to trial. The forces of Attalus at once made an incursion into Bithynia, the inhabitants of which gradually took sides with the invaders. Prusias, trusting nobody and hoping that the Romans would rescue him from the toils of the conspiracy, asked and obtained from his son-in-law, Diegylis, the Thracian, 500 men, and with these alone as a body-guard he took refuge in the citadel of Nictæa. The Roman prætor, in order to favor Attalus, delayed introducing the ambassadors of Prusias to the Senate at Rome. When he did introduce them, the Senate voted that the prætor himself should choose legates and send them to settle the difficulty. He selected three men, one of whom had once been struck on the head with a stone, from which he was badly scarred another was a diseased cripple, and the third was considered almost a fool wherefore Cato made the contemptuous remark concerning this embassy, that it had no understanding, no feet and no head.

Y.R. 148

2 The pilleus is known to the modern world as the "cap of liberty."

3 In Roman nomenclature Asia meant the proconsular province composed of Mysia, Lydia, Caria, and Phrygia.

4 Literally: "If anybody wishes to know it all beforehand."

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Comentários:

  1. Riggs

    Partilho plenamente da sua opinião. Há algo sobre isso, e é uma boa ideia. Estou pronto para apoiá-lo.

  2. Vudokora

    It agree, very good message

  3. Torn

    Cometer erros. Proponho discuti-lo. Escreva-me em PM, fale.

  4. Glendon

    Você não está certo. Convido você a discutir.

  5. Shakasa

    Sério.



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